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AMO LIVRO: Professora Márcia Reis e “O Despertar da Alma – Jornada da Heroína”

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Professora lança livro na biblioteca da Mooca

Especialista em desenvolvimento humano, educadora na Universidade Anhembi Morumbi (AMO), palestrante, pesquisadora, mentora, psicanalista clínica, palestrante e com 26 anos de experiência no ambiente corporativo e na gestão de pessoas, Márcia Reis lança seu primeiro livro solo: “O Despertar da Alma – Jornada da Heroína”. 

A obra fala sobre a busca das mulheres por sua identidade e ressalta que esta é uma jornada intensa e repleta de nuances, marcadas por desafios que se entrelaçam com medos e conquistas. 

O pré-lançamento ocorreu no dia 29 de maio de 2025, em um lugar conhecido pela autora: na biblioteca da Mooca da AMO. 

Em entrevista para a AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, compartilhou os detalhes do livro, o processo de criação, a experiência e sensação de realização com a obra.

AGCOM – O que te inspirou a escrever “O Despertar da Alma – A Jornada da Heroína” e como foi o processo de criação do livro? 
Márcia – “A principal inspiração foi o despertar nas mulheres, a busca pelo autoconhecimento e a importância de construirmos uma jornada de sucesso. O título do livro é bastante simbólico.”

O que representa essa “jornada da heroína” e como ela se diferencia da tradicional “jornada do herói”? 
“A jornada da heroína foi revista por Maureen Murdock [autora de A jornada da heroína – Editora Sextante, Giro interior – Editora Cultrix e A filha do herói – Editora Summus], que por sua vez foi aluna de Joseph Campbell e lidou com diversos desafios do universo feminino. Busquei escrever um livro inspirado na construção que ela elaborou. Contudo, com um olhar para a atualidade, com poesia, delicadeza e com atividades para instrumentalizar essa mulher em sua jornada.”

O livro é mais voltado para o autoconhecimento feminino ou ele pode tocar pessoas de todos os gêneros?
“O livro é para todas as pessoas que desejem compreender e aprender sobre as grandes mulheres da história, suas lutas e seus legados. Embora seja escrito para inspirar mulheres, nada impede que todas as pessoas leiam para se inspirarem e traçarem suas próprias jornadas.”

Como sua trajetória como mentora e pesquisadora em desenvolvimento humano influenciou a construção do livro? 
“Influenciou muito visto que entender sobre comportamento humano foi essencial nessa pesquisa e na escrita do livro. Essa obra busca apoiar mulheres e mostra o quanto ainda podemos nos redescobrir e aplaudir o sucesso de outras mulheres, assim como buscar inspiração nessas grandes e fortes mulheres que ao longo da história construíram um caminho para que possam trilhar e colher nossas vitórias.”

“Essa obra busca apoiar mulheres e mostra o quanto ainda podemos nos redescobrir e aplaudir o sucesso de outras mulheres, assim como buscar inspiração nessas grandes e fortes mulheres que ao longo da história construíram um caminho para que possam trilhar e colher nossas vitórias.” – professora Márcia Reis

Você se identifica com a heroína do seu próprio livro? De que forma? 
“Sim, assim como espero e desejo que todas as mulheres possam se inspirar nas linhas escritas, e se ver nessa obra.”

Qual é a principal mensagem que você espera que os leitores levem após ler o livro? 
“Que valorizem a força da mulher, a importância do autoconhecimento, a gestão das emoções e busquem ter norteadores para elaborar seus objetivos e metas, sempre pautando pelos seus valores e essência.”

Como foi lançar o livro dentro do campus Mooca, um ambiente que você já conhece e que também é acadêmico e formador? 
“Foi emocionante. Primeiro, por ser o local em que cresci como profissional que me gerou grandes oportunidades e conhecimento. Segundo, por ter estudantes das minhas turmas comigo nesse momento: professoras e profissionais que admiro e respeito. E ainda minha querida irmã que é uma fonte constante de força e inspiração.”

De que maneira acredita que esse tema pode contribuir para os estudantes da Anhembi Morumbi, especialmente aqueles em fase de autodescoberta ou formação? 
“Cada dia mais, temos falado sobre a importância de fortalecer mulheres, da sororidade e de comemorar as vitórias de outras mulheres. Então, poder lançar uma obra que traz essa força feminina é extremamente emblemático. Tenho certeza que trará o olhar dessas mulheres para si e para seu grande potencial.”

O lançamento do livro também acontecerá na Bienal do Livro Rio 2025, que será realizada no Riocentro, na Barra da Tijuca, entre 13 e 22 de junho.

Texto de Felipe Bianchi (Jornalismo) da AGCOM – Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão de profa. Fernanda Iarossi. Imagens: acervo pessoal profa. Márcia Reis.

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AMO MÚSICA: 10 COISAS QUE APRENDI COM O SSL DAY NA ANHEMBI

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SSL Day e alunos de Produção Musical e Fonográfica

“Oi, sou Rafael Domingos (sou aquele de camisa estampada, braços cruzados e cara de curioso na foto de destaque deste mini diário :)). Estudo Produção Musical e Fonográfica na Anhembi Morumbi do campus Vila Olímpia, sou cantor e compositor pop emergente de Santos, no Litoral Sul Paulista (se quiser saber mais, curta lá no Spotify). Passando por aqui para compartilhar como foi acompanhar o SSL Day na universidade em setembro de 2025.

Foi daqueles momentos que fazem a gente lembrar porque escolheu estudar Produção Musical e Fonográfica. Estar frente a frente com equipamentos que moldaram a história da música mundial é algo que realmente inspira.

Vou contar as 10 coisas que mais marcaram minha experiência:

1. SSL é história viva da música
Descobri que a Solid State Logic surgiu em 1969 e, desde então, virou referência mundial. Muitos discos clássicos que eu admiro foram mixados em consoles SSL.

2. O “som SSL” não é lenda, é realidade
Quando falam em punch, clareza e presença, entendi que isso não é marketing: é a assinatura sonora que realmente se sente ao ouvir e usar.

3. A SSL 4000 é simplesmente lendária
Saber que esse console revolucionou a forma de mixar e até criou o famoso compressor de bus master me fez enxergar como a marca mudou a indústria.

4. Tradição + tecnologia é a fórmula perfeita
Achei incrível ver como a SSL conseguiu unir sua herança analógica com ferramentas digitais modernas. Dá pra sentir que eles respeitam o passado, mas olham para o futuro.

5. Conforto também faz diferença
Ver de perto o design ergonômico dos consoles me fez perceber como trabalhar com esses equipamentos deixa o processo criativo mais natural e fluido.

6. É cultura, não só técnica
Trabalhar com SSL é também fazer parte de uma tradição que ajudou a definir a sonoridade da música que a gente ouve até hoje.

7. Os pré-amps são mágicos
Bastou uma demonstração pra entender: os pré-amplificadores da SSL conseguem transformar qualquer gravação em algo cheio de vida e profissionalismo.

8. Ter SSL é status, mas também responsabilidade
Não é só sobre dizer “eu tenho SSL”. É sobre assumir o compromisso de manter a qualidade que esses equipamentos representam.

9. Nunca parar de aprender é essencial
A SSL nunca parou de evoluir e isso me inspirou: como produtor, também preciso estar sempre estudando e me atualizando.

10. Sai mais motivado do que entrei
A verdade é essa: terminei o dia com ainda mais vontade de me aprofundar na produção musical e, um dia, poder trabalhar diretamente com um console SSL.

Foi um dia que me lembrou que escolher essa profissão é escolher viver de som, história e paixão. Para completar, ainda rolou um sorteio de microfone (achei muito chique a faculdade proporcionar esse tipo de oportunidade para nós, estudantes!). Mais do que ver e ouvir sobre os equipamentos, o evento me fez imaginar como seria aplicar toda essa tecnologia e qualidade nas minhas próprias músicas já lançadas. Saí de lá inspirado, com a sensação de que estou trilhando um caminho cheio de possibilidades e que, no futuro, quero estar cada vez mais próximo desse nível de produção.

Ah, e não se esqueçam: me sigam no Spotify RAFAEL DOMINGOS”.

Texto Rafael Domingos (Produção Musical e Fonográfica) da AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com orientação da profa. Fernanda Iarossi. Fotos: Estúdios de Comunicação AMO Campus Vila Olímpia (coordenação Natan Oliveira).

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AMO Cultura: Museu Brasileiro de Rádio e Televisão (MBTV) volta ao público com acervo histórico na Vila Mariana

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Fotos por profª Fernanda Iarossi

Em setembro de 2025, o Museu Brasileiro de Rádio e Televisão (MBRTV) reabriu em São Paulo, como parte das comemorações dos 75 anos da TV no Brasil, iniciados com a pioneira TV Tupi. Localizado na Vila Mariana, reúne peças que retratam a história da radiodifusão brasileira, sob curadoria do professor Elmo Francfort, docente da Universidade Anhembi Morumbi (AMO).

Durante a pandemia, o museu precisou ser fechado por questões administrativas. Em 2023, ganhou um novo nome: MBRTV – Museu Brasileiro de Rádio e Televisão, ampliando o foco do acervo. A reabertura contou com parcerias importantes, como a da AMO, que já apoia o projeto há algum tempo e tem dois alunos voluntários para contribuir com a organização neste momento simbólico de retorno.

Murilo Tomé, estudante de Jornalismo da AMO, compartilha a experiência: “Estou aprendendo muito sobre como é importante unir a história do rádio e da televisão. Ajudo no acervo, nas visitas e também escrevo para o site oficial do museu, o www.museudatv.com.br”.

Francfort explica que está há mais de 20 anos envolvido com o museu. Seu vínculo começou quando ainda era aluno da AMO. “No meu TCC, a pioneira Vida Alves esteve presente na banca. O museu começou, inclusive, na casa dela”, recorda.

Também destaca a importância da reabertura do museu. “É um momento marcante para a história da televisão, não apenas pelos 75 anos da TV no Brasil, mas também pelos 30 anos do projeto MBRTV”.

Para ele, o maior valor do projeto está na troca de vivências com os alunos. “Não se trata apenas de ensinar ou relembrar o passado. No museu, é possível ver, tocar, assistir à história da televisão. A TV nasceu com improviso, criatividade e profissionalismo, e isso se manteve ao longo das décadas. Hoje, essa área integra não só rádio e TV, mas também a internet”, afirma.

Entre os destaques do acervo, estão televisores de várias décadas, incluindo modelos que já foram usados em transmissões históricas. Chamam atenção câmeras de grandes produções e marcos importantes da TV brasileira, como a primeira câmera de telejornalismo usada no país. Além dos equipamentos, o público pode conferir figurinos e objetos de cena originais de novelas que marcaram época, como Sinhá Moça, Roque Santeiro e As Pupilas do Senhor Reitor. E para quem gosta de premiações, o museu também exibe troféus famosos, como o Imprensa, o Tupiniquim e o Roquette-Pinto.

A exposição “TV ANO 75” foi lançada durante a SET EXPO, no Distrito Anhembi, em agosto de 2025. Agora, está em cartaz na sede do MBRTV até o dia 7 de novembro de 2025.

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Museu Brasileiro de Rádio e Televisão (MBRTV)
Rua Humberto I, 927, Vila Mariana. São Paulo.
Visitas podem ser feitas de terça a quinta-feira, das 14h às 16h, e no último sábado de cada mês, no mesmo horário.
Os ingressos custam R$ 12,00.
Mais informações estão disponíveis no site oficial do museu: https://www.museudatv.com.br/

Obs.: Alunos da AMO têm entrada gratuita no museu.

E você, aluno, vai perder a chance de conhecer de perto a história da televisão brasileira?

Texto de Jessica Monik (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi. Imagens cedidas pela equipe do MBRTV.

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AMO ARQUITETURA: 14ª BIENAL INTERNACIONAL DE ARQUITETURA CONTA COM PARCERIA DA ANHEMBI MORUMBI

Obras expostas na bienal- foto de : Camila Forcellini

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A 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo será realizada de 18 de setembro a 19 de outubro, na Oca, no Parque Ibirapuera. Com o tema “Extremos: Arquiteturas para um mundo quente”, o evento reúne projetos, experiências e debates sobre os impactos das mudanças climáticas nas cidades. A Universidade Anhembi Morumbi (AMO) participa como apoiadora oficial, reforçando seu compromisso com a formação de arquitetos, urbanistas e designers preparados para os desafios socioambientais contemporâneos.

O papel da AMO

Para a professora Camila Forcellini, coordenadora dos cursos de Arquitetura, Urbanismo e Design de Interiores da AMO, a participação da universidade marca um posicionamento importante. “Reforçamos nosso compromisso com a qualidade da educação frente aos novos desafios. Aproveito para agradecer ao Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-SP), na figura dos organizadores Leandro e Luca, pela oportunidade e pela curadoria do evento”, destaca.

Arquitetura diante da crise climática

As fortes chuvas, as ondas de calor e as crises ambientais já não são previsões para o futuro, mas parte da rotina de quem vive nas grandes cidades. Nesse cenário, arquitetura e urbanismo se colocam diante de uma questão urgente: como projetar espaços capazes de resistir aos extremos climáticos e, ao mesmo tempo, garantir qualidade de vida?

Para Forcellini, a discussão é essencial. “Chuvas torrenciais, mudanças bruscas de temperatura e crises na saúde da população são alguns exemplos. A temática da Bienal é repensar cidades e edificações a partir dessas emergências, de modo que Arquitetura, Urbanismo, Paisagismo e Design atuem na minimização dos impactos”, explica.

Oportunidade para os alunos

A Bienal também funciona como vitrine para os futuros profissionais. “Por ser um evento internacional, é uma excelente oportunidade para que os alunos apreciem projetos, ideias e estratégias distintas para problemas semelhantes, inclusive situações urbanas próximas às de São Paulo. É um espaço de inspiração, reflexão crítica e debate”, afirma.

Formação voltada à sustentabilidade

Segundo a professora, a sustentabilidade já faz parte do cotidiano acadêmico da AMO. Ela cita como exemplo a UC ( Unidade Curricular) Dual em parceria com a Secretária da Prefeitura de São Paulo (SE CLIMA – PMSP), em que os alunos desenvolvem mobiliário urbano com técnicas sustentáveis e espaço para coleta de lixo eletrônico.

Dicas para visitar a Bienal

Para aproveitar melhor a experiência, Forcellini recomenda que os estudantes explorem a mostra com atenção. “Ir com a mente e o coração abertos; tirar fotos, fazer anotações e croquis para compreender a conexão dos projetos com o tema; e percorrer todo o espaço com calma, inclusive apreciando a relação da exposição com o icônico edifício da Oca, projetado por Oscar Niemeyer”, sugere.

Informações do evento 

  Evento: 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo
  Tema: Extremos: Arquiteturas para um mundo quente
  Local: Oca – Parque Ibirapuera, São Paulo
  Data: 18 de setembro a 19 de outubro, de terça a domingo

  Hora: 10h às 20h
 Ingressos:entrada gratuíta
  Mais informações: https://bienaldearquitetura.org.br/

Texto por: Julia Villar (Jornalismo) da AGCOM,  a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da profa. Fernanda Iarossi 

Fotos: Camila Forcellini

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