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AMO FILMECON: edição de 2025 no teatro Gamaro no campus Mooca reúne profissionais e entusiastas do audiovisual
A 12ª edição da Filmecon juntou artistas, produtores, diretores, professores e estudantes da sétima arte, nos dias 26, 27 e 28 de agosto de 2025, em São Paulo. O evento reuniu mais de 2 mil pessoas em uma imersão de três dias marcada por palestras, feiras com exposições de equipamentos das principais marcas do audiovisual e muito networking.
Só no primeiro dia, o público pode escolher entre 20 palestras, com diretores, fotógrafos, produtores e roteiristas de destaque que compartilharam experiências e trajetórias no audiovisual. O evento ocorreu em dois palcos “FullCine” e “Godox”, no complexo do Teatro Gamaro, na Mooca.
Uma parceria entre a Escola de Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) e a organização do evento garantiu aos estudantes e professores o acesso gratuito à Filmecon. Para os estudantes, o evento funcionou como uma extensão da sala de aula: “Ligar o conhecimento que a gente teve em sala de aula com o evento que vai acontecer hoje é muito importante”, afirmou o estudante de Rádio e TV da Anhembi, Jean Lucas.
O ambiente também foi de aprendizado para os professores. “Nós, professores, também estamos aqui aprendendo e nos atualizando. Depois vamos levar para as aulas coisas que vimos aqui”, disse Jonathan Beck, professor do curso de cinema da AMO.
Além das palestras, os participantes puderam visitar os estandes das principais marcas do setor audiovisual. Câmeras, microfones, tripés, equipamentos de luz, da mais alta tecnologia, estavam à mostra para que todos os visitantes pudessem conhecer o que há de melhor no mercado.
De acordo com Felipe Monteiro, cofundador da Filmecon, a proposta é ampliar o diálogo entre quem já atua no mercado e quem está começando. “Esse evento nasceu para fomentar o mercado do audiovisual no Brasil e principalmente para dar espaço a quem está começando nesse mercado”, afirma.
Palestras que inspiram
As apresentações aconteceram em dois palcos: Fullcine e Godox. Reunimos aqui um apanhado com os principais destaques do primeiro dia, 26 de agosto.
No Fullcine, a abertura ficou por conta da dupla de diretores Walk in Brothers. Os irmãos Stefano e Filippo Lapietra contaram experiências como diretores, principais trabalhos das carreiras e deram uma verdadeira aula sobre como entrar no mundo do audiovisual sem pedir permissão. Stefano pontuou ao final da sessão: “Não espere a oportunidade certa, vá atrás daquilo que acredita.”
Logo após a abertura oficial do evento, o compositor e produtor musical Felipe Vassão subiu ao palco para falar sobre Inteligência Artificial (IA) e criatividade. Vassão explicou a importância de diferenciar os tipos de IA e destacou que essas plataformas, sozinhas, não são capazes de produzir músicas de qualidade: “A ferramenta não deve fazer o trabalho do produtor”, afirmou o músico. Vassão acredita que fazer e produzir é importante, mesmo que o autor não considere uma obra boa, pois a criação contínua é um passo para aprimorar a própria arte.
A Filmecon também contou com a presença da artista visual, pesquisadora e diretora de arte Nídia Aranha. A jovem nascida na Baixada Fluminense, apresentou em sua palestra trabalhos renomados já produzidos por ela, dentre eles, campanhas para a revista Elle e para a Vogue, com a participação da atriz Taís Araújo, videoclipes para as cantoras Iza, Pabllo Vittar, Glória Groove, além de projetos de direção criativa para apresentação de shows.
Em uma conversa aberta com o público, Nídia ressaltou o esforço dedicado à sua carreira e o cuidado em construir imagens e conceitos inovadores para suas obras. Ela enfatizou a importância da representatividade, incluindo experiências pessoais para o contexto de suas criações. Nídia gosta de desafiar os padrões do mercado, construindo produtos que buscam ser autênticos.
Ainda no primeiro dia de evento, o casal de videomakers, Fill Rocha e Cecília Kraemer, falaram sobre o curso ministrado por eles “Dominando o celular”, no qual ensinam a filmar e editar vídeos de alta qualidade usando apenas o celular. A dupla deu uma aula sobre a “Revolução Mobile”, ou, segundo eles, “Revolução Audiovisual”.
De início, apresentaram a evolução de ferramentas tecnológicas, como câmeras fotográficas e smartphones, e como isso afetou o meio digital de forma positiva, impulsionando o crescimento da profissão de videomaker.
No decorrer da palestra, o casal compartilhou algumas dicas de mercado e apontou quatro erros comuns que todo videomaker já cometeu ou vai cometer em algum momento:
1. Não aproveitar as oportunidades que o mercado oferece;
2. Acreditar que o equipamento utilizado é o que determina a mão de obra;
3. Ao atingir uma alta demanda de cliente, não aumentar o valor do trabalho;
4. Fazer um vídeo bonito, mas que não vende.
Para a dupla, é essencial que o profissional saiba se posicionar corretamente ao apresentar seu trabalho no mercado e que se dedique com seriedade e responsabilidade para evolução na carreira.
PALCO GODOX
Já no Palco Godox o dia começou com a palestra “Como se descobrir Filmmaker”, retratando a origem e o ponto principal do despertar da profissão: o amor.
Danila Bustamante, filmmaker, fotógrafa e diretora, foi quem comandou o papo ao lado de Luquinhaz, produtor audiovisual e fotógrafo, e de Michelle Coelho, documentarista e diretora de filmes. Por meio de seus relatos e experiências na profissão, eles destacaram uma característica fundamental do audiovisual: o ato de contar histórias.
“Todo mundo pode ser um contador de histórias”, disse Michelle Coelho, e por meio da palestra eles buscaram transmitir a essência da profissão, ser filmmaker não é apenas um trabalho, também é exibir através de suas produções visuais emoções, sentimentos e sua própria visão de mundo. Por fim, os palestrantes responderam perguntas do público e deram dicas de como se inserir no mercado de trabalho e documentar suas primeiras histórias.
Logo em sequência, às 10h, se deu início à palestra de Gustavo Lemos, mais conhecido como Pelota, diretor, criador de conteúdo e sócio da Fósforo Filmes. Seu currículo e o de sua empresa incluem um prêmio de ouro em Cannes na categoria Relação Pública e dois prêmios de prata, em inovação em design e na categoria Outdoor, todos em 2025, Pelota ministrou a palestra com o tema: O que o audiovisual não te conta?
Com uma comunicação carismática, o diretor mostrou uma versão diferente do mundo audiovisual, desmistificando algumas crenças e padrões da profissão. Pelota enfatizou em sua apresentação valores para ascender na carreira e ganhar espaço dentro das empresas.Para ele, é fundamental a pontualidade, humildade e honestidade com o cliente. “Ninguém quer trabalhar com alguém chato ou mentiroso ao seu lado”. Por fim, Pelota interagiu com o público e respondeu perguntas, uma delas destacando a importância da inteligência artificial. Segundo Pelota, não devemos ter medo da tecnologia, mas sim usá-la a nosso favor para nos destacar no mercado.





Para obter mais informações sobre a repercussão do evento, acesse o Instagram: @filmecon.
Texto de Bruna Oliveira, Felipe Cunha e João Victor Santos. Imagens: Karina Joubert (orientados pela professora Eliane Basso), em colaboração para a AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão de profa. Fernanda Iarossi
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AMO MÚSICA: 10 COISAS QUE APRENDI COM O SSL DAY NA ANHEMBI
“Oi, sou Rafael Domingos (sou aquele de camisa estampada, braços cruzados e cara de curioso na foto de destaque deste mini diário :)). Estudo Produção Musical e Fonográfica na Anhembi Morumbi do campus Vila Olímpia, sou cantor e compositor pop emergente de Santos, no Litoral Sul Paulista (se quiser saber mais, curta lá no Spotify). Passando por aqui para compartilhar como foi acompanhar o SSL Day na universidade em setembro de 2025.
Foi daqueles momentos que fazem a gente lembrar porque escolheu estudar Produção Musical e Fonográfica. Estar frente a frente com equipamentos que moldaram a história da música mundial é algo que realmente inspira.
Vou contar as 10 coisas que mais marcaram minha experiência:
1. SSL é história viva da música
Descobri que a Solid State Logic surgiu em 1969 e, desde então, virou referência mundial. Muitos discos clássicos que eu admiro foram mixados em consoles SSL.
2. O “som SSL” não é lenda, é realidade
Quando falam em punch, clareza e presença, entendi que isso não é marketing: é a assinatura sonora que realmente se sente ao ouvir e usar.
3. A SSL 4000 é simplesmente lendária
Saber que esse console revolucionou a forma de mixar e até criou o famoso compressor de bus master me fez enxergar como a marca mudou a indústria.
4. Tradição + tecnologia é a fórmula perfeita
Achei incrível ver como a SSL conseguiu unir sua herança analógica com ferramentas digitais modernas. Dá pra sentir que eles respeitam o passado, mas olham para o futuro.
5. Conforto também faz diferença
Ver de perto o design ergonômico dos consoles me fez perceber como trabalhar com esses equipamentos deixa o processo criativo mais natural e fluido.
6. É cultura, não só técnica
Trabalhar com SSL é também fazer parte de uma tradição que ajudou a definir a sonoridade da música que a gente ouve até hoje.
7. Os pré-amps são mágicos
Bastou uma demonstração pra entender: os pré-amplificadores da SSL conseguem transformar qualquer gravação em algo cheio de vida e profissionalismo.
8. Ter SSL é status, mas também responsabilidade
Não é só sobre dizer “eu tenho SSL”. É sobre assumir o compromisso de manter a qualidade que esses equipamentos representam.
9. Nunca parar de aprender é essencial
A SSL nunca parou de evoluir e isso me inspirou: como produtor, também preciso estar sempre estudando e me atualizando.
10. Sai mais motivado do que entrei
A verdade é essa: terminei o dia com ainda mais vontade de me aprofundar na produção musical e, um dia, poder trabalhar diretamente com um console SSL.
Foi um dia que me lembrou que escolher essa profissão é escolher viver de som, história e paixão. Para completar, ainda rolou um sorteio de microfone (achei muito chique a faculdade proporcionar esse tipo de oportunidade para nós, estudantes!). Mais do que ver e ouvir sobre os equipamentos, o evento me fez imaginar como seria aplicar toda essa tecnologia e qualidade nas minhas próprias músicas já lançadas. Saí de lá inspirado, com a sensação de que estou trilhando um caminho cheio de possibilidades e que, no futuro, quero estar cada vez mais próximo desse nível de produção.
Ah, e não se esqueçam: me sigam no Spotify RAFAEL DOMINGOS”.



















Texto Rafael Domingos (Produção Musical e Fonográfica) da AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com orientação da profa. Fernanda Iarossi. Fotos: Estúdios de Comunicação AMO Campus Vila Olímpia (coordenação Natan Oliveira).
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AMO Cultura: Museu Brasileiro de Rádio e Televisão (MBTV) volta ao público com acervo histórico na Vila Mariana
Em setembro de 2025, o Museu Brasileiro de Rádio e Televisão (MBRTV) reabriu em São Paulo, como parte das comemorações dos 75 anos da TV no Brasil, iniciados com a pioneira TV Tupi. Localizado na Vila Mariana, reúne peças que retratam a história da radiodifusão brasileira, sob curadoria do professor Elmo Francfort, docente da Universidade Anhembi Morumbi (AMO).
Durante a pandemia, o museu precisou ser fechado por questões administrativas. Em 2023, ganhou um novo nome: MBRTV – Museu Brasileiro de Rádio e Televisão, ampliando o foco do acervo. A reabertura contou com parcerias importantes, como a da AMO, que já apoia o projeto há algum tempo e tem dois alunos voluntários para contribuir com a organização neste momento simbólico de retorno.
Murilo Tomé, estudante de Jornalismo da AMO, compartilha a experiência: “Estou aprendendo muito sobre como é importante unir a história do rádio e da televisão. Ajudo no acervo, nas visitas e também escrevo para o site oficial do museu, o www.museudatv.com.br”.
Francfort explica que está há mais de 20 anos envolvido com o museu. Seu vínculo começou quando ainda era aluno da AMO. “No meu TCC, a pioneira Vida Alves esteve presente na banca. O museu começou, inclusive, na casa dela”, recorda.
Também destaca a importância da reabertura do museu. “É um momento marcante para a história da televisão, não apenas pelos 75 anos da TV no Brasil, mas também pelos 30 anos do projeto MBRTV”.
Para ele, o maior valor do projeto está na troca de vivências com os alunos. “Não se trata apenas de ensinar ou relembrar o passado. No museu, é possível ver, tocar, assistir à história da televisão. A TV nasceu com improviso, criatividade e profissionalismo, e isso se manteve ao longo das décadas. Hoje, essa área integra não só rádio e TV, mas também a internet”, afirma.
Entre os destaques do acervo, estão televisores de várias décadas, incluindo modelos que já foram usados em transmissões históricas. Chamam atenção câmeras de grandes produções e marcos importantes da TV brasileira, como a primeira câmera de telejornalismo usada no país. Além dos equipamentos, o público pode conferir figurinos e objetos de cena originais de novelas que marcaram época, como Sinhá Moça, Roque Santeiro e As Pupilas do Senhor Reitor. E para quem gosta de premiações, o museu também exibe troféus famosos, como o Imprensa, o Tupiniquim e o Roquette-Pinto.



A exposição “TV ANO 75” foi lançada durante a SET EXPO, no Distrito Anhembi, em agosto de 2025. Agora, está em cartaz na sede do MBRTV até o dia 7 de novembro de 2025.
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Museu Brasileiro de Rádio e Televisão (MBRTV)
Rua Humberto I, 927, Vila Mariana. São Paulo.
Visitas podem ser feitas de terça a quinta-feira, das 14h às 16h, e no último sábado de cada mês, no mesmo horário.
Os ingressos custam R$ 12,00.
Mais informações estão disponíveis no site oficial do museu: https://www.museudatv.com.br/
Obs.: Alunos da AMO têm entrada gratuita no museu.
E você, aluno, vai perder a chance de conhecer de perto a história da televisão brasileira?
Texto de Jessica Monik (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi. Imagens cedidas pela equipe do MBRTV.
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AMO ARQUITETURA: 14ª BIENAL INTERNACIONAL DE ARQUITETURA CONTA COM PARCERIA DA ANHEMBI MORUMBI
Obras expostas na bienal- foto de : Camila Forcellini
A 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo será realizada de 18 de setembro a 19 de outubro, na Oca, no Parque Ibirapuera. Com o tema “Extremos: Arquiteturas para um mundo quente”, o evento reúne projetos, experiências e debates sobre os impactos das mudanças climáticas nas cidades. A Universidade Anhembi Morumbi (AMO) participa como apoiadora oficial, reforçando seu compromisso com a formação de arquitetos, urbanistas e designers preparados para os desafios socioambientais contemporâneos.
O papel da AMO
Para a professora Camila Forcellini, coordenadora dos cursos de Arquitetura, Urbanismo e Design de Interiores da AMO, a participação da universidade marca um posicionamento importante. “Reforçamos nosso compromisso com a qualidade da educação frente aos novos desafios. Aproveito para agradecer ao Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-SP), na figura dos organizadores Leandro e Luca, pela oportunidade e pela curadoria do evento”, destaca.




Arquitetura diante da crise climática
As fortes chuvas, as ondas de calor e as crises ambientais já não são previsões para o futuro, mas parte da rotina de quem vive nas grandes cidades. Nesse cenário, arquitetura e urbanismo se colocam diante de uma questão urgente: como projetar espaços capazes de resistir aos extremos climáticos e, ao mesmo tempo, garantir qualidade de vida?
Para Forcellini, a discussão é essencial. “Chuvas torrenciais, mudanças bruscas de temperatura e crises na saúde da população são alguns exemplos. A temática da Bienal é repensar cidades e edificações a partir dessas emergências, de modo que Arquitetura, Urbanismo, Paisagismo e Design atuem na minimização dos impactos”, explica.
Oportunidade para os alunos
A Bienal também funciona como vitrine para os futuros profissionais. “Por ser um evento internacional, é uma excelente oportunidade para que os alunos apreciem projetos, ideias e estratégias distintas para problemas semelhantes, inclusive situações urbanas próximas às de São Paulo. É um espaço de inspiração, reflexão crítica e debate”, afirma.
Formação voltada à sustentabilidade
Segundo a professora, a sustentabilidade já faz parte do cotidiano acadêmico da AMO. Ela cita como exemplo a UC ( Unidade Curricular) Dual em parceria com a Secretária da Prefeitura de São Paulo (SE CLIMA – PMSP), em que os alunos desenvolvem mobiliário urbano com técnicas sustentáveis e espaço para coleta de lixo eletrônico.
Dicas para visitar a Bienal
Para aproveitar melhor a experiência, Forcellini recomenda que os estudantes explorem a mostra com atenção. “Ir com a mente e o coração abertos; tirar fotos, fazer anotações e croquis para compreender a conexão dos projetos com o tema; e percorrer todo o espaço com calma, inclusive apreciando a relação da exposição com o icônico edifício da Oca, projetado por Oscar Niemeyer”, sugere.
Informações do evento
Evento: 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo
Tema: Extremos: Arquiteturas para um mundo quente
Local: Oca – Parque Ibirapuera, São Paulo
Data: 18 de setembro a 19 de outubro, de terça a domingo
Hora: 10h às 20h
Ingressos:entrada gratuíta
Mais informações: https://bienaldearquitetura.org.br/
Texto por: Julia Villar (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da profa. Fernanda Iarossi
Fotos: Camila Forcellini
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