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AMO LIVRO: na Anhembi, os alunos têm uma editora júnior para vivenciar todas as etapas para transformar ideias em publicações
Fundada em 2022, a Editora Extensão da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) tem como missão expandir os conhecimentos dos estudantes na área editorial e transformar projetos de autores em publicações concretas. É um complemento às aulas já que contribui com uma formação prática e abrangente, permitindo que eles vivenciem as etapas do mercado editorial com autonomia.
Coordenada pela professora Helen Suzuki, doutora e mestre em Ciências da Comunicação pela ECA/USP, com experiência internacional no Japão, a editora proporciona um ambiente dinâmico para os universitários. “Todos os processos, desde a leitura crítica até o fechamento do arquivo, são realizados pelos alunos, com supervisão e apoio da universidade. Essa abordagem permite que eles adquiram habilidades valiosas enquanto assumem responsabilidades em cada etapa do trabalho editorial”, explica.
Embora a Editora Extensão não se responsabilize pela distribuição, venda ou marketing dos livros, oferece uma gama de serviços essenciais, como leitura crítica, preparação e revisão textual, desenvolvimento do projeto gráfico e diagramação. Um dos produtos mais destacados da editora é a Revista Amplitude, que abre espaço para a colaboração de autores externos e contribuições de estudantes, refletindo a diversidade de vozes no cenário literário.
“A Editora Extensão é um espaço único onde os alunos vivenciam o funcionamento do mercado editorial na prática, aprendem a lidar com prazos, responsabilidades e trabalho em equipe — tudo com a autonomia necessária para a sua formação profissional”, destaca Helen.
O processo editorial é estruturado para garantir um alto nível de qualidade e organização. Após o envio de um original, a equipe editorial dá um retorno ao autor em até três semanas sobre a aprovação do projeto. Caso o projeto seja aprovado, o autor deve confirmar sua ciência, e o processo segue adiante.
A duração média da edição é de seis meses, podendo ser prorrogada por até dois meses, dependendo da complexidade. Durante o recesso acadêmico, as atividades editoriais são suspensas, sendo retomadas após o início das aulas. O processo editorial começa oficialmente após a seleção e o aceite do projeto, seguindo então para a produção e a assinatura dos termos — pois não há um contrato jurídico sacramentado/registrado.
Lucas Araújo de Almeida, estudante do quinto semestre de Jornalismo, é um exemplo de como a Editora Extensão oferece oportunidades valiosas para crescimento profissional. Ele iniciou sua jornada colaborando na produção de matérias para a Revista Amplitude e na criação de conteúdo para as redes sociais da editora. A experiência não só enriqueceu sua formação acadêmica, mas também lhe deu uma nova perspectiva sobre o mercado editorial. Apesar dos desafios, como lidar com temas novos e exigir mais pesquisa, encontrou apoio e confiança na equipe, o que o ajudou a superar as dificuldades. “Percebi o universo editorial como uma nova possibilidade de atuação para jornalistas: um campo mais amplo e cheio de oportunidades. Além disso, troca enriquecedora entre colegas de diferentes cursos e semestres, ampliou ainda mais a visão sobre o mercado”, conta.
Reconhecimento
A Editora Extensão tem se destacado não só pela qualidade dos projetos desenvolvidos, mas também pelo reconhecimento recebido. Algumas das publicações realizadas pela editora foram inscritas no Prêmio Jabuti, o mais prestigiado prêmio literário do Brasil, criado pela Câmara Brasileira do Livro em 1959. Este prêmio reconhece a excelência literária em diversas categorias, e a participação de obras da editora nesse evento é uma grande conquista, evidenciando a qualidade e relevância do trabalho realizado pelos alunos da AMO.
Com o objetivo de aplicar na prática os conhecimentos adquiridos durante o curso, a Editora Extensão realiza um processo seletivo para novos autores (mais informações aqui) interessados em transformar seus textos em publicações editoriais. Os alunos da Produção Editorial se dedicam à seleção dessas obras, permitindo que autores externos também tenham a chance de ver seus projetos se tornarem realidade.
São aceitos projetos que cumpram os seguintes requisitos:
_ O autor deve ser maior de 18 anos;
_ O manuscrito deve estar finalizado e ter até 150 páginas (tamanho A4);
_ O projeto deve ser integralmente original, não violando nenhum artigo da Lei do Direito Autoral (Lei nº 9.610/98);
_ O conteúdo não pode infringir nenhum direito humano nem fazer apologia e/ou incitação a qualquer crime.
O curso de Produção Editorial da AMO, que mantém estreita parceria com a editora, alcançou a nota máxima (5) no MEC. Essa conquista reflete a excelência na formação de profissionais preparados para transformar o mercado editorial brasileiro. O reconhecimento ocorreu em 2024.
A vivência com editoras não apenas desperta a autonomia dos alunos participantes, mas também os insere no mercado, que segue passando por constantes atualizações nas redes sociais. Além disso, fomenta a leitura e contribui para o aprimoramento da escrita.
Fique por dentro!
Você pode acompanhá-los de perto pelo Instagram (@editoraextensao), onde também são divulgados os editais de publicação e outras novidades sobre os projetos da Editora Extensão.
Texto de Isabella de Almeida (Jornalismo), da AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão de profa. Fernanda Iarossi. Fotos: Divulgação/Editora Extensão
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AMO MÚSICA: 10 COISAS QUE APRENDI COM O SSL DAY NA ANHEMBI
“Oi, sou Rafael Domingos (sou aquele de camisa estampada, braços cruzados e cara de curioso na foto de destaque deste mini diário :)). Estudo Produção Musical e Fonográfica na Anhembi Morumbi do campus Vila Olímpia, sou cantor e compositor pop emergente de Santos, no Litoral Sul Paulista (se quiser saber mais, curta lá no Spotify). Passando por aqui para compartilhar como foi acompanhar o SSL Day na universidade em setembro de 2025.
Foi daqueles momentos que fazem a gente lembrar porque escolheu estudar Produção Musical e Fonográfica. Estar frente a frente com equipamentos que moldaram a história da música mundial é algo que realmente inspira.
Vou contar as 10 coisas que mais marcaram minha experiência:
1. SSL é história viva da música
Descobri que a Solid State Logic surgiu em 1969 e, desde então, virou referência mundial. Muitos discos clássicos que eu admiro foram mixados em consoles SSL.
2. O “som SSL” não é lenda, é realidade
Quando falam em punch, clareza e presença, entendi que isso não é marketing: é a assinatura sonora que realmente se sente ao ouvir e usar.
3. A SSL 4000 é simplesmente lendária
Saber que esse console revolucionou a forma de mixar e até criou o famoso compressor de bus master me fez enxergar como a marca mudou a indústria.
4. Tradição + tecnologia é a fórmula perfeita
Achei incrível ver como a SSL conseguiu unir sua herança analógica com ferramentas digitais modernas. Dá pra sentir que eles respeitam o passado, mas olham para o futuro.
5. Conforto também faz diferença
Ver de perto o design ergonômico dos consoles me fez perceber como trabalhar com esses equipamentos deixa o processo criativo mais natural e fluido.
6. É cultura, não só técnica
Trabalhar com SSL é também fazer parte de uma tradição que ajudou a definir a sonoridade da música que a gente ouve até hoje.
7. Os pré-amps são mágicos
Bastou uma demonstração pra entender: os pré-amplificadores da SSL conseguem transformar qualquer gravação em algo cheio de vida e profissionalismo.
8. Ter SSL é status, mas também responsabilidade
Não é só sobre dizer “eu tenho SSL”. É sobre assumir o compromisso de manter a qualidade que esses equipamentos representam.
9. Nunca parar de aprender é essencial
A SSL nunca parou de evoluir e isso me inspirou: como produtor, também preciso estar sempre estudando e me atualizando.
10. Sai mais motivado do que entrei
A verdade é essa: terminei o dia com ainda mais vontade de me aprofundar na produção musical e, um dia, poder trabalhar diretamente com um console SSL.
Foi um dia que me lembrou que escolher essa profissão é escolher viver de som, história e paixão. Para completar, ainda rolou um sorteio de microfone (achei muito chique a faculdade proporcionar esse tipo de oportunidade para nós, estudantes!). Mais do que ver e ouvir sobre os equipamentos, o evento me fez imaginar como seria aplicar toda essa tecnologia e qualidade nas minhas próprias músicas já lançadas. Saí de lá inspirado, com a sensação de que estou trilhando um caminho cheio de possibilidades e que, no futuro, quero estar cada vez mais próximo desse nível de produção.
Ah, e não se esqueçam: me sigam no Spotify RAFAEL DOMINGOS”.



















Texto Rafael Domingos (Produção Musical e Fonográfica) da AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com orientação da profa. Fernanda Iarossi. Fotos: Estúdios de Comunicação AMO Campus Vila Olímpia (coordenação Natan Oliveira).
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AMO Cultura: Museu Brasileiro de Rádio e Televisão (MBTV) volta ao público com acervo histórico na Vila Mariana
Em setembro de 2025, o Museu Brasileiro de Rádio e Televisão (MBRTV) reabriu em São Paulo, como parte das comemorações dos 75 anos da TV no Brasil, iniciados com a pioneira TV Tupi. Localizado na Vila Mariana, reúne peças que retratam a história da radiodifusão brasileira, sob curadoria do professor Elmo Francfort, docente da Universidade Anhembi Morumbi (AMO).
Durante a pandemia, o museu precisou ser fechado por questões administrativas. Em 2023, ganhou um novo nome: MBRTV – Museu Brasileiro de Rádio e Televisão, ampliando o foco do acervo. A reabertura contou com parcerias importantes, como a da AMO, que já apoia o projeto há algum tempo e tem dois alunos voluntários para contribuir com a organização neste momento simbólico de retorno.
Murilo Tomé, estudante de Jornalismo da AMO, compartilha a experiência: “Estou aprendendo muito sobre como é importante unir a história do rádio e da televisão. Ajudo no acervo, nas visitas e também escrevo para o site oficial do museu, o www.museudatv.com.br”.
Francfort explica que está há mais de 20 anos envolvido com o museu. Seu vínculo começou quando ainda era aluno da AMO. “No meu TCC, a pioneira Vida Alves esteve presente na banca. O museu começou, inclusive, na casa dela”, recorda.
Também destaca a importância da reabertura do museu. “É um momento marcante para a história da televisão, não apenas pelos 75 anos da TV no Brasil, mas também pelos 30 anos do projeto MBRTV”.
Para ele, o maior valor do projeto está na troca de vivências com os alunos. “Não se trata apenas de ensinar ou relembrar o passado. No museu, é possível ver, tocar, assistir à história da televisão. A TV nasceu com improviso, criatividade e profissionalismo, e isso se manteve ao longo das décadas. Hoje, essa área integra não só rádio e TV, mas também a internet”, afirma.
Entre os destaques do acervo, estão televisores de várias décadas, incluindo modelos que já foram usados em transmissões históricas. Chamam atenção câmeras de grandes produções e marcos importantes da TV brasileira, como a primeira câmera de telejornalismo usada no país. Além dos equipamentos, o público pode conferir figurinos e objetos de cena originais de novelas que marcaram época, como Sinhá Moça, Roque Santeiro e As Pupilas do Senhor Reitor. E para quem gosta de premiações, o museu também exibe troféus famosos, como o Imprensa, o Tupiniquim e o Roquette-Pinto.



A exposição “TV ANO 75” foi lançada durante a SET EXPO, no Distrito Anhembi, em agosto de 2025. Agora, está em cartaz na sede do MBRTV até o dia 7 de novembro de 2025.
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Museu Brasileiro de Rádio e Televisão (MBRTV)
Rua Humberto I, 927, Vila Mariana. São Paulo.
Visitas podem ser feitas de terça a quinta-feira, das 14h às 16h, e no último sábado de cada mês, no mesmo horário.
Os ingressos custam R$ 12,00.
Mais informações estão disponíveis no site oficial do museu: https://www.museudatv.com.br/
Obs.: Alunos da AMO têm entrada gratuita no museu.
E você, aluno, vai perder a chance de conhecer de perto a história da televisão brasileira?
Texto de Jessica Monik (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi. Imagens cedidas pela equipe do MBRTV.
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AMO ARQUITETURA: 14ª BIENAL INTERNACIONAL DE ARQUITETURA CONTA COM PARCERIA DA ANHEMBI MORUMBI
Obras expostas na bienal- foto de : Camila Forcellini
A 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo será realizada de 18 de setembro a 19 de outubro, na Oca, no Parque Ibirapuera. Com o tema “Extremos: Arquiteturas para um mundo quente”, o evento reúne projetos, experiências e debates sobre os impactos das mudanças climáticas nas cidades. A Universidade Anhembi Morumbi (AMO) participa como apoiadora oficial, reforçando seu compromisso com a formação de arquitetos, urbanistas e designers preparados para os desafios socioambientais contemporâneos.
O papel da AMO
Para a professora Camila Forcellini, coordenadora dos cursos de Arquitetura, Urbanismo e Design de Interiores da AMO, a participação da universidade marca um posicionamento importante. “Reforçamos nosso compromisso com a qualidade da educação frente aos novos desafios. Aproveito para agradecer ao Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-SP), na figura dos organizadores Leandro e Luca, pela oportunidade e pela curadoria do evento”, destaca.




Arquitetura diante da crise climática
As fortes chuvas, as ondas de calor e as crises ambientais já não são previsões para o futuro, mas parte da rotina de quem vive nas grandes cidades. Nesse cenário, arquitetura e urbanismo se colocam diante de uma questão urgente: como projetar espaços capazes de resistir aos extremos climáticos e, ao mesmo tempo, garantir qualidade de vida?
Para Forcellini, a discussão é essencial. “Chuvas torrenciais, mudanças bruscas de temperatura e crises na saúde da população são alguns exemplos. A temática da Bienal é repensar cidades e edificações a partir dessas emergências, de modo que Arquitetura, Urbanismo, Paisagismo e Design atuem na minimização dos impactos”, explica.
Oportunidade para os alunos
A Bienal também funciona como vitrine para os futuros profissionais. “Por ser um evento internacional, é uma excelente oportunidade para que os alunos apreciem projetos, ideias e estratégias distintas para problemas semelhantes, inclusive situações urbanas próximas às de São Paulo. É um espaço de inspiração, reflexão crítica e debate”, afirma.
Formação voltada à sustentabilidade
Segundo a professora, a sustentabilidade já faz parte do cotidiano acadêmico da AMO. Ela cita como exemplo a UC ( Unidade Curricular) Dual em parceria com a Secretária da Prefeitura de São Paulo (SE CLIMA – PMSP), em que os alunos desenvolvem mobiliário urbano com técnicas sustentáveis e espaço para coleta de lixo eletrônico.
Dicas para visitar a Bienal
Para aproveitar melhor a experiência, Forcellini recomenda que os estudantes explorem a mostra com atenção. “Ir com a mente e o coração abertos; tirar fotos, fazer anotações e croquis para compreender a conexão dos projetos com o tema; e percorrer todo o espaço com calma, inclusive apreciando a relação da exposição com o icônico edifício da Oca, projetado por Oscar Niemeyer”, sugere.
Informações do evento
Evento: 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo
Tema: Extremos: Arquiteturas para um mundo quente
Local: Oca – Parque Ibirapuera, São Paulo
Data: 18 de setembro a 19 de outubro, de terça a domingo
Hora: 10h às 20h
Ingressos:entrada gratuíta
Mais informações: https://bienaldearquitetura.org.br/
Texto por: Julia Villar (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da profa. Fernanda Iarossi
Fotos: Camila Forcellini
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