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AMO MÚSICA: E-Music Day discute música eletrônica além da sala de aula e promove rave do som no campus Vila Olímpia

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O E-Music Day, evento dedicado à música eletrônica, chega a mais uma edição no próximo dia 29 de outubro de 2025, no campus Vila Olímpia da Universidade Anhembi Morumbi (AMO). 

Com uma programação intensa das 9h às 21h, o público poderá acompanhar palestras, debates e atividades voltadas ao universo da produção, performance e mercado do gênero.

A entrada é gratuita para quem não é aluno, bastando realizar inscrição pelo link disponível na bio do Instagram @anhembiemusic

Criado pelo professor Rafael Paste, o evento é realizado a cada segundo semestre e já se consolidou como uma das principais iniciativas acadêmicas de difusão da música eletrônica no ambiente universitário. “No primeiro semestre do ano temos a Semana da Música eletrônica (SAEM) e no segundo semestre acontece o E-Music Day. Devido ao sucesso da primeira vez, transformou-se em um evento fixo. São quase dez anos de história, com mais de 15 edições ao longo do tempo”, explica Paste.

A organização envolve não apenas o professor, mas também os diversos alunos dos cursos de Música da AMO, que colaboram diretamente na curadoria, produção e recepção do público.

Participações confirmadas

Entre os convidados já confirmados para esta edição estão:

  • Johnny Destro, profissional responsável por montar palcos de grandes festivais como Rock in Rio e Lollapalooza, que compartilhará sua experiência com os estudantes;
  • Fernando Coelho, especialista em síntese sonora, trazendo reflexões sobre tecnologia e criação musical;
  • Representantes da Beon Entertainment, empresa responsável por trazer artistas internacionais ao Brasil, que discutirá os bastidores do entretenimento eletrônico no país.

Música ao vivo e experiências

Durante todo o dia, os alunos também estarão envolvidos em uma “rave de som” dentro do campus, passando por diferentes estilos e subgêneros, incluindo house, techno, trance, drum and bass, hip-hop e outros. A proposta é mostrar a diversidade da música produzida por computador e a criatividade que permeia esse cenário.

Com uma década de trajetória, o E-Music Day se consolida como um espaço de formação, experimentação e conexão entre estudantes, profissionais e amantes da música eletrônica. A expectativa é de mais uma edição marcada por troca de conhecimentos e celebração da cultura digital.

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Tudo sobre o E-Music Day

📍 Local: Universidade Anhembi Morumbi – Campus Vila Olímpia

📅 Data: 29 de outubro de 2025 (quarta-feira)

⏰ Horário: das 9h às 21h

🎶 Programação: palestras, painéis e apresentações ao vivo de música eletrônica

🎟 Entrada: gratuita

🔗 Inscrições: link disponível na bio do Instagram @anhembiemusic.

Sofia Tavares (Comunicação Social: Jornalismo ) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.







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AMO FILMECON: edição de 2025 no teatro Gamaro no campus Mooca reúne profissionais e entusiastas do audiovisual

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Filmecon 2025 no Teatro Gamaro no campus Mooca da Anhembi. Imagem: Karina Joubert (colaboração para AGCOM)

A 12ª edição da Filmecon juntou artistas, produtores, diretores, professores e estudantes da sétima arte, nos dias 26, 27 e 28 de agosto de 2025, em São Paulo. O evento reuniu mais de 2 mil pessoas em uma imersão de três dias marcada por palestras, feiras com exposições de equipamentos das principais marcas do audiovisual e muito networking.

Só no primeiro dia, o público pode escolher entre 20 palestras, com diretores, fotógrafos, produtores e roteiristas de destaque que compartilharam experiências e trajetórias no audiovisual. O evento ocorreu em dois palcos “FullCine” e “Godox”, no complexo do Teatro Gamaro, na Mooca.

Uma parceria entre a Escola de Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) e a organização do evento garantiu aos estudantes e professores o acesso gratuito à Filmecon. Para os estudantes, o evento funcionou como uma extensão da sala de aula: “Ligar o conhecimento que a gente teve em sala de aula com o evento que vai acontecer hoje é muito importante”, afirmou o estudante de Rádio e TV da Anhembi, Jean Lucas.

O ambiente também foi de aprendizado para os professores. “Nós, professores, também estamos aqui aprendendo e nos atualizando. Depois vamos levar para as aulas coisas que vimos aqui”,  disse Jonathan Beck, professor do curso de cinema da AMO.

Além das palestras, os participantes puderam visitar os estandes das principais marcas do setor audiovisual. Câmeras, microfones, tripés, equipamentos de luz, da mais alta tecnologia, estavam à mostra para que todos os visitantes pudessem conhecer o que há de melhor no mercado.

De acordo com Felipe Monteiro, cofundador da Filmecon, a proposta é ampliar o diálogo entre quem já atua no mercado e quem está começando. “Esse evento nasceu para fomentar o mercado do audiovisual no Brasil e principalmente para dar espaço a quem está começando nesse mercado”, afirma.

Palestras que inspiram
As apresentações aconteceram em dois palcos: Fullcine e Godox. Reunimos aqui um apanhado com os principais destaques do primeiro dia, 26 de agosto.

No Fullcine, a abertura ficou por conta da dupla de diretores Walk in Brothers. Os irmãos Stefano e Filippo Lapietra contaram experiências como diretores, principais trabalhos das carreiras e deram uma verdadeira aula sobre como entrar no mundo do audiovisual sem pedir permissão. Stefano pontuou ao final da sessão: “Não espere a oportunidade certa, vá atrás daquilo que acredita.”

Logo após a abertura oficial do evento, o compositor e produtor musical Felipe Vassão subiu ao palco para falar sobre Inteligência Artificial (IA) e criatividade. Vassão explicou a importância de diferenciar os tipos de IA e destacou que essas plataformas, sozinhas, não são capazes de produzir músicas de qualidade: “A ferramenta não deve fazer o trabalho do produtor”, afirmou o músico. Vassão acredita que fazer e produzir é importante, mesmo que o autor não considere uma obra boa, pois a criação contínua é um passo para aprimorar a própria arte. 

A Filmecon também contou com a presença da artista visual, pesquisadora e diretora de arte Nídia Aranha. A jovem nascida na Baixada Fluminense, apresentou em sua palestra trabalhos renomados já produzidos por ela, dentre eles, campanhas para a revista Elle e para a Vogue, com a participação da atriz Taís Araújo, videoclipes para as cantoras Iza, Pabllo Vittar, Glória Groove, além de projetos de direção criativa para apresentação de shows.

Em uma conversa aberta com o público, Nídia ressaltou o esforço dedicado à sua carreira e o cuidado em construir imagens e conceitos inovadores para suas obras. Ela enfatizou a importância da representatividade, incluindo experiências pessoais para o contexto de suas criações. Nídia gosta de desafiar os padrões do mercado, construindo produtos que buscam ser autênticos.  

Ainda no primeiro dia de evento, o casal de videomakers, Fill Rocha e Cecília Kraemer, falaram sobre o curso ministrado por eles  “Dominando o celular”, no qual ensinam a filmar e editar vídeos de alta qualidade usando apenas o celular.  A dupla deu uma aula sobre a “Revolução Mobile”, ou, segundo eles, “Revolução Audiovisual”. 

De início, apresentaram a evolução de ferramentas tecnológicas, como câmeras fotográficas e smartphones, e como isso afetou o meio digital de forma positiva, impulsionando o crescimento da profissão de videomaker.

No decorrer da palestra, o casal compartilhou algumas dicas de mercado e apontou quatro erros comuns que todo videomaker já cometeu ou vai cometer em algum momento: 

1. Não aproveitar as oportunidades que o mercado oferece;
2. Acreditar que o equipamento utilizado é o que determina a mão de obra;
3. Ao atingir uma alta demanda de cliente, não aumentar o valor do trabalho;
4. Fazer um vídeo bonito, mas que não vende.

Para a dupla, é essencial que o profissional saiba se posicionar corretamente ao apresentar seu trabalho no mercado e que se dedique com seriedade e responsabilidade para evolução na carreira.

PALCO GODOX
Já no Palco Godox o dia começou com a palestra “Como se descobrir Filmmaker”, retratando a origem e o ponto principal do despertar da profissão: o amor.

Danila Bustamante, filmmaker, fotógrafa e diretora, foi quem comandou o papo ao lado de Luquinhaz, produtor audiovisual e fotógrafo, e de Michelle Coelho, documentarista e diretora de filmes. Por meio de seus relatos e experiências na profissão, eles destacaram uma característica fundamental do audiovisual: o ato de contar histórias.

 “Todo mundo pode ser um contador de histórias”, disse Michelle Coelho, e por meio da palestra eles buscaram transmitir a essência da profissão, ser filmmaker não é apenas um trabalho, também é exibir através de suas produções visuais emoções, sentimentos e sua própria visão de mundo. Por fim, os palestrantes responderam perguntas do público e deram dicas de como se inserir no mercado de trabalho e documentar suas primeiras histórias.

Logo em sequência, às 10h, se deu início à palestra de Gustavo Lemos, mais conhecido como Pelota, diretor, criador de conteúdo e sócio da Fósforo Filmes. Seu currículo e o de sua empresa incluem um prêmio de ouro em Cannes na categoria Relação Pública e dois prêmios de prata, em inovação em design e na categoria Outdoor, todos em 2025, Pelota ministrou a palestra com o tema: O que o audiovisual não te conta? 

Com uma comunicação carismática, o diretor mostrou uma versão diferente do mundo audiovisual, desmistificando algumas crenças e padrões da profissão. Pelota enfatizou em sua apresentação valores para ascender na carreira e ganhar espaço dentro das empresas.Para ele, é fundamental a pontualidade, humildade e honestidade com o cliente. “Ninguém quer trabalhar com alguém chato ou mentiroso ao seu lado”. Por fim, Pelota interagiu com o público e respondeu perguntas, uma delas destacando a importância da inteligência artificial. Segundo Pelota, não devemos ter medo da tecnologia, mas sim usá-la a nosso favor para nos destacar no mercado.

Para obter mais informações sobre a repercussão do evento, acesse o Instagram: @filmecon.

Texto de Bruna Oliveira, Felipe Cunha e João Victor Santos. Imagens: Karina Joubert (orientados pela professora Eliane Basso), em colaboração para a AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão de profa. Fernanda Iarossi

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AMO MODA: bastidores do desfile organizado por alunos e professores na universidade

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Professor Renan no desfile de moda de 2025

Como organizar um desfile de moda? Dá para aprender isso no curso de Moda?

O professor Renan Ramos, dos cursos Design e Negócios da Moda na Universidade Anhembi Morumbi (AMO), explica tudo:

“Em resumo a organização é dividida em três partes: pré-evento, evento e pós-evento.

No pré, temos a parte da pesquisa, criação de conceito, cotação de materiais e insumos, como por exemplo alimentação dos participantes, montagem do cenário. Nesta etapa, é pensada toda a organização: o que precisa para que o evento aconteça e a infraestrutura geral. Também escolhemos a identidade visual, desenvolvemos os criativos materiais de divulgação em geral, incluindo redes sociais, convites para patrocinadores e convidados, entre outras coisas.

Durante o evento, temos que nos preocupar com diversas coisas: se a iluminação está boa, onde os fotógrafos estão posicionados, a forma de desfilar das modelos, se o som está audível, se todos os grupos estão acomodados em seus devidos lugares, se a maquiagem e o cabelo estão sendo feitos, se todos os convidados estão sendo bem recebidos.

Já o pós envolve a desmontagem de toda a estrutura, edição de vídeos, fotos capturadas e o levantamento de dados que indicam como foi o desfile, se as pessoas gostaram, se foi agradável, os feedbacks para poder melhorar a experiência nos próximos semestres.

O desfile que nós da AMO organizamos vai muito alem de um simples evento de encerramento de semestre. Serve como um laboratório prático, onde os alunos podem aplicar o conhecimento adquirido ao longo do curso, assim como mostrar o resultado do trabalho e que desenvolveram para o TCC. Além disso, todos os participantes conseguem maximizar o portfólio de forma visual e documental. No desfile os alunos também têm a oportunidade de criar networking com os convidados e patrocinadores podendo estender o projeto para algo ainda maior através de uma parceria ou ingressar no mercado de trabalho.”

No primeiro semestre de 2025, os estudantes usaram o espaço aberto do -1 do campus Vila Olímpia da AMO para realizar o desfile (mais fotos aqui):

Curadoria: AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão de profa. Fernanda Iarossi. Imagens: Edson Tindou dos Estúdios de Comunicação da AMO (coordenação Natan Oliveira).

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AMO MODA: palestras discutiram o papel social e político da indústria da moda

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Moda e Direito

O papel da indumentária nas transformações sociopolíticas foi o tema abordado pela professora Luciana Benetti da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) durante o evento Direito, Moda e Sociedade, que reuniu especialistas em assuntos como trabalho análogo a escravidão, etiquetas de vestimentas usadas em tribunais de acordo com as normas da ABNT, apropriação cultural, racismo no ambiente de trabalho, propriedade intelectual e criativa conhecidos como plágio. 

Luciana conta que a expressão indumentária seria o ato do “vestir”. É usado pelo indivíduo em três situações: cobertura da pele, ritualística e comunicação não-verbal. Cita exemplos de fatos históricos em que as mulheres tiveram mudanças em suas vestimentas em diferentes épocas e isso se tornou representação de resistência ou forma de luta: após o surgimento do Cristianismo, o movimento Barroco em que a mulher usava espartilhos, mangas bufantes, saias volumosas e perucas. No fim do século 19, as vestes eram mais leves, como exemplo os vestidos usados na série Bridgerton, crise de 29, Revolução Russa e até o movimento atual das Clean Girl são exemplos destas alterações.

Outro tema abordado por ela foi a comunicação não-verbal. “Atualmente temos exemplos dos lenços, que são de diferentes cores, mas cada cor representa uma causa”, explica. O lenço palestino, conhecido como keffiyeh, por exemplo, representa a luta pela liberdade, o reconhecimento da cultura palestina e a resistência contra o genocídio que ocorre há mais de 70 anos. A rede de pesca indica conexão dos palestinos com o mar; as linhas, rotas comerciais históricas; as linhas curvas (que parecem bigodes) são as folhas de oliveira, planta importante para a cultura e resistência palestina.

Luciana destacou também a fala de Maria do Carmo Paulino (PUC-SP) sobre trabalho análogo à escravidão no Brasil, especialmente as condições precárias enfrentadas por costureiras que atuam em regiões como a Zona Leste da capital paulista. Segundo ela, marcas de luxo terceirizam a produção para empresas que confeccionam as peças, mas repassam valores extremamente baixos às costureiras — bem abaixo do preço final vendido nas vitrines (conhecidas como ‘facções de costura’). “Maria do Carmo contou como foi sua trajetória de vida e profissional e sobre o racismo que sofreu, situações no ambiente de trabalho enquanto atuava como modelista, que inspirou todos”, conta. 

O encontro entre estudantes e professores dos cursos de Direito e Moda da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) aconteceu no dia 30 de abril nos campi Paulista e Vila Olímpia. Além de Maria do Carmo Paulino (PUC-SP) e Luciana Benetti (AMO), Gilberto Mariot (Belas Artes) também participou.

Texto de Karina Rodrigues (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi. Fotos retiradas do Linkedin da profa. Luciana Benetti.

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